23 de jul. de 2013

A INDEPENDÊNCIA PESSOAL

A independência é algo muito importante para o ser humano. Seja ela econômica, social ou emocional.

A independência econômica esta relacionada com o sustento próprio e manutenção da família. Quando a pessoa estar bem estruturada financeiramente, as coisas parecem fluir mais levemente. A família é a primeira a sentir e a desfrutar desses momentos de realizações, seguindo pelas pessoas mais próxima.

Quando isso não acontece algo parecer esta errado na vida dessa pessoa. Porém, são vários os fatores que leva a pessoa  ao fracasso financeiro, algumas escolhas erradas, desemprego, gastos descontrolado. O que faz?  A pessoa deve aprende orçamento financeiro pessoal, despesas domésticas. Além do futuro como aposentadoria para si e para sua família.

Independência social - trata-se do sujeito amadurecido e ajustado psicologicamente, é o individuo envolvido em seu meio, seja comunitariamente ou politicamente. É a pessoa vivendo com o outro, isto é, um ser social, em que faz parte de uma comunidade, e que sente como parte desse todo.

Independência emocional, parece ser a mais difícil de conquistar. Segundo Merval Rosa em seu livro Psicologia Evolutiva, afirma que a primeira independência da pessoa é com relação aos pais. Ao mesmo tempo que ele leva uma vida de autonomia, ao mesmo tempo mantém os laços emocionais com eles.

O que é uma pessoa independente emocionalmente? Vejamos o que diz Rosa, sintetizando o ser emocionalmente independente:


...A pessoa autoconfiante, entretanto, é aquele que diz: "Eu posso enfrentar meus problemas emocionais sozinho, mas estou pronto a compartilhar meus sentimentos com outros e deixar que eles se tornem parte relevante de minha vida e de minhas decisões". Portanto, a chave da independência emocional é a habilidade de receber, compartilhar e dar amor, ser interdependente, sem se tornar emocionalmente dominado pelos outros. (ROSA, Merval. Psicologia Evolutiva. Vol. IV.2ª ed. Petrópolis, Vozes,1984).


Vamos viver a vida levando sempre em consideração esses três aspectos importante de nossas vidas.


2 de jul. de 2013

Para Pensar



"Quando se está deprimido, é porque se está vivendo do passado;
Quando se está ansioso, é porque se está vivendo no futuro;
Quando se está em paz, é porque se está vivendo o presente."
Ao Tzu

O fácil fiz ontem;
O difícil faço hoje;
E o impossível farei amanhã..


25 de jun. de 2013

A ANSIEDADE E O INDIVíDUO

Todos nós sofremos desse mal, sendo que uns mais, outros menos,  no entanto, existem dois tipos de pessoas as que são normais e os doentes graves. O primeiro grupo consegue conviver e controlam a ansiedade, enquanto os doentes graves, esses últimos precisam de um acompanhamento de um profissional da área de psicologia.

Algumas destas doenças podem ser mentais, ou chamadas de doenças psicossomáticas. Essas pessoas sofrem de um grave mal-estar interno, sente que algo não esta funcionando bem em sua vida. E muitas vezes procuram se isolar.

Quando essas coisas (sintomas) surgem de situações reais e objetivas, geralmente não se trata de uma verdadeira doença mental, mas de uma reação natural do indivíduo. É natural uma pessoa, por exemplo, ficar ansiosa em uma determinada situação que para ela é algo novo, como uma apresentação em público, um entrevista de emprego, etc. A pessoa ansiosa tem sempre medo de errar, levando a uma situação de insegura. Vejamos o que diz Pedro Finkler em seu livro Corpo São e Mente sã, quando cita os tipos de ansiedades.

Tampouco deve confundir-se com ansiedade neurótica certa inquietude natural, quando buscamos a solução para um problema. A preocupação com os grandes problemas da existência humana deve ser catalogada com angústia existencial, que nada tem a ver com a ansiedade patológica propriamente dita. (Finkler,1987,p.66).


Outro motivo que leva a ansiedade ao indivíduo considerara natural é a angústia existencial, que quase todas as pessoas normais se deparam. São perguntas sobre sua própria existência, tipo de onde vir e para onde eu vou, existe vida pós- morte. São perguntas relacionadas com a própria origem, que só a filosofia ou a religião, principalmente para os que têm fé, podem dar alguma resposta.

Os distúrbios causados pela ansiedade se confundem com outros tipos de distúrbios como o estresse e a depressão, ou seja, os sintomas são muitos semelhantes, dependendo do grau da ansiedade ela pode ser tão destruidora quanto a depressão ou o estresse.

Conceito de Estresse ou stresse  pode ser definido como (a) a soma de respostas físicas e mentais causadas por determinados estímulos externos (estressores), o desgaste físico e mental.


O estresse pode ser causado pela ansiedade e pela depressão devido à mudança brusca no estilo de vida e a exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia. Quando os sintomas de estresse persistem por um longo intervalo de tempo, podem ocorrer sentimentos de evasão (ligados à ansiedade e depressão). Os nossos mecanismos de defesa passam a não responder de uma forma eficaz, aumentando assim a possibilidade de vir a ocorrer doenças, especialmente cardiovasculares.


Controle suas emoções e seus medos. Hoje existem além dos profissionais, para aqueles casos mais graves, outras terapias seja em grupo ou individual. Leia um bom livro, faça uma caminhada, uma boa conversa com os amigos, sorria.  

Um estilo de vida e engajamento parece ser mais propício para trazer a felicidade do que uma existência passiva.

2 de jun. de 2013

EDUCAR É PRECISO


A primeira educação dos filhos é dada por seus pais. É no lar em uma família equilibrada e ajustada que se forma o caráter de uma pessoa.

Lembrando que quando a criança é muito pequena, e parece não saber de nada, mesmo assim é possível ensinar com carinho, amor e respeito, pois nessa fase a criança aprende dos adultos pela observação, isto é, o exemplo falar muito mais do que as palavras.

Quando maior além dos exemplos dado pelos pais e parentes da criança, os conselhos são muito importantes, uma conversa amiga de pai para filho, faz muita a diferença. Conselhos é diferente de ficar pegando no pé do filho. Dê a ele certa liberdade e mostre que confia nele. Faça da criança uma pessoa independente, capaz de tomar decisões.

Não viva a vida dele. Apenas mostre que ele é importante e que dependendo de suas escolhas ele poderá vir ou não a sofrer.

Castigue se for preciso. Veja o que diz a Bíblia em Provérbio: Quem ama, castiga-o na hora precisa. (Pr 13,24). Qual é o filho a quem seu pai não corrige? (Hb 12,7). Tem dados momentos em que os pais têm que “pisa no freio”, ou “puxa o cabresto”, enquanto há tempo.

Eduque em quando puder, pois chegará um momento em que os pais perder toda sua autoridade.

Antes de tudo lembre-se sem amor não se pode educar.
Sinta orgulho de seu filho. Um dia ele terá orgulho de ter uma família amorosa e firme na hora certa.
REFLITA