25 de fev. de 2015

SE VOCÊ QUER SER FELIZ, FAÇA O BEM.

O que venha a ser essa tal a felicidade?

Muito se tem falando sobre a felicidade e como conquista-lá. Para alguns a felicidade resume-se no fato de ter; ter mais dinheiro, ter uma boa casa, um bom emprego, um bom esposo ou boa esposa, e assim por diante. Tudo isso hoje, é para alguns chamados de "ostentação," ter para aparecer.

Tudo isso não deixa de ter uma certa importância na vida das pessoas, não há nada de errado em ter mais dinheiro, ter um bom emprego. 

 Mas por que será que mesmo alguns mesmo tendo tudo isso, não são felizes?  Será que basta ter tudo isso para ser plenamente feliz?

Não a felicidade assim como o amor é algo muito mais profundo. Para alguns a felicidade é apenas um estado de espírito.

O filósofo grego Epicteto dizia: ”só há um caminho para a tranquilidade do espírito e a felicidade; estejamos, portanto, sempre prontos ao despertar pela manhã, durante o dia inteiro e a noite na hora de dormir, não creditando a nós próprios as coisas externas, mas confiando tudo em Deus.”.
“Um estado de espírito”, se a felicidade é um estado de espírito, algo pessoa. Sendo assim, não basta ter todos os bens materiais do mundo para se ter felicidade.

O que torna o homem a buscar a infelicidade, esta no fato de uma inquietação e incertezas do amanhã ( futuro).

Vejamos o que diz Jesus a seus discípulos em Lucas 12, 22-34. Quando Ele sente essa inquietação entre seus discípulos. “Mas qual de vós, por mais que se preocupe, pode acrescentar um só medida à duração de sua vida.”

Veja os pássaros dos céus, o quanto são felizes com tão pouco.

Em primeiro lugar devemos buscar essa felicidade dentro de nós mesmo. Não devemos esperar que ela venha de fora, dos outros.

Nunca procurar culpados pelas nossas escolhas desastrosas que trazer infelicidade.

Veja o que esta ti inquietando e seguia os conselhos do Mestre dos mestre, Jesus. 

Deseje ser feliz sinceramente.


Faça o bem, sem querer algo em troca.

17 de jan. de 2015

SAÚDE MENTAL

O que venha ser saúde mental?

Para ter saúde mental o individuo deve está bem consigo mesmo e com o outro, isto é, deve esta adaptada ao meio.

Dentro do campo da psicologia e da psiquiatria existe vários tipos de doenças chamadas de doenças mentais, desde as mais leves até as mais graves, e que requer um acompanhamento muitas vezes de um profissional para que o individuo possa levar uma vida “normal” dentro da sociedade.

Qual que pessoal tida como “normal” pode sofrer desajuste emocionais. Porém, o que deferência uma leve desajuste emocional é a capacidade de superação e adaptação do individuo ao meio. Já o doente mental (neuróticos graves), não tem a mesma capacidade de superação sem ajudar de um profissional.

Muitas vezes um ambiente desajustado social podem ser um meio favorável para o surgimento de pessoas mentalmente doentes.

Quando a pessoa vive em ambientes favoráveis ela se sente segura o que faz com que ela possa manter o equilíbrio interno, adaptação a situações novas e dinamismo de crescimento.

Vivemos no mundo de apareças e de conflitos em que o indivíduo é valorizado não pelo ser como pessoa, e sim pelo “ter” e “ser”.

Os verdadeiros responsáveis pelo nosso equilíbrio emocional depende de nós mesmo. Isto é, daquilo que somos capazes de fazer por nós mesmos.

Doença mental é, portanto, tudo aquilo que desestabilizar emocionalmente o homem, deixando vulnerável. O impulso instintivo pode levar ao homem a ter uma doença mental. Para isso é necessário rever e organizar as atitudes, comportamentos para se adaptar ao meio.

Esta passando por grandes problemas de conflitos internos, procure um profissional da área, uma pessoa de confianças que possa te ajudar, sai do isolamento. Isolamento esse que ter levado muita gente a depressão, e até mesmo a morte, não só mentalmente, mas também fisicamente.





31 de dez. de 2014

EXERCÍCIOS PARA A VOZ

* Falar com a cabeça levantada, pronunciando claramente as sílabas das palavras, através dos movimentos das articulações e dos músculos da língua e da boca;

* Falar pausadamente. Não gritar, não atropelar as palavras nem falar alto demais;

* Fazer exercícios diante do espelho, pronunciando bem claramente as palavras. É hora de verificar os defeitos e corrigi-los, mudando a maneira de pronunciar, se for o caso;

* Ler em voz alta e analisar a própria voz ( até pedindo palpites de pessoas, amigos ou gravar para depois ouvi-la). Corrigir a voz, lendo texto de novo, mas pronunciando-o de maneira diferente. Procurar passar as correções para a fala normal;

* Cuidar da postura, procurando não ficar com o corpo encolhido para frente e tendo o peito e a cabeça levantados;

* Fazer exercícios respiratórios (uns 20 minutos por dia): ficar de pé, com os braços ao longo do corpo. Inspirar pelo nariz, enchendo os pulmões e levantando os braços. Soltar o ar pela boca, encolhendo a barriga e abaixando os braços. Fazer caminhas e exercícios de alongamento.

* quando estiver falando sentado numa cadeira, ficar mais na ponta, para não bloquear a respiração. e não apoiar o tórax contra o encosto. Isso comprime os pulmões e exige esforço maior para falar;

*Dormir bem e pelos menos 8 horas por noite em média. Tem uma boa alimentação;

* Evitar falar em locais barulhentos ou cochichar;

* Aposentar a água gelada, costumar a tomar água natural;

* Evitar fumar e chupar balas irritantes ou anestésicas;

* Mulheres em período pré-menstrual devem evitar esforços de voz.

Observação: Em caso de dúvida procure um profissional, como um fonoaudiólogo.

24 de dez. de 2014

COMO AJUDAR UMA PESSOA CEGA

"ORIENTAÇÕES NO RELACIONAMENTO COM PESSOAS CEGAS"

" a alfabetização de crianças cegas vai além de ensinar a ler e escrever, é também cm a orientação do professor que essas crianças aprenderão a ler o mundo, o que proporcionará a elevação de sua autoestima e a busca de sua independência e autonomia, dando-lhes oportunidade, sobretudo, da conquista de espaços sociais por sua competência acadêmica." 

Louise da Rosa Bento Saleu



1- Não trate as pessoas cegas como seres diferentes somente porque não podem ver. Saiba que elas estão sempre interessadas no que você gosta de ver, de ler, de ouvir e de falar.

2-Procure não limitar a pessoa cega mais do que a própria cegueira o faz, impedindo-a de realizar o que sabe, pode e deve fazer sozinha.

3- Não generalize aspectos positivos ou negativos de uma pessoa cega que você conheça, estendendo-os a outros cegos; não se esqueça de que a natureza dotou a todos os seres de diferentes individuais mais ou menos acentuadas e que os preconceitos se originam na generalização de qualidades, positivas ou negativas, consideradas por cada um.

4- Não se dirija a uma pessoa cega chamando-a de "cego" ou "ceguinho"; é falta elementar de educação, podendo mesmo expressar um sentimento falso e piegas, ou construir ofensa, chamar alguém pela palavra designativa de sua característica sensorial, física, ou intelectual.

5- Não fale com a pessoa cega como se fosse surda; o fato de não ver não significa que não ouça bem.

6- Não manifeste pena nem exagerada solidadriedade pela pessoa cega; ele deve ser compreendida e aceita com igualdade.

7- Não se refira à cegueira com desgraça; ela pode ser assim encarada logo após a perda da visão,mas a orientação adequada consegue reduzir seus efeitos; depende de sua determinação, do apoio familiar e da comunidade onde vive; NÃO CONFUNDIR DOENÇA COM DEFICIÊNCIA.

8- Não exclame "maravilhoso"..."extraordinário"...ao ver a pessoa cega consultar o relógio, digitar o telefone ou assinar nome; ela apende e passa a executar isso com naturalidade, da mesma forma que você executa.

9- Não fale de "sexto sentido" nem de "compensação da natureza", em se tratando de deficiência; isso perpetua conceitos errôneos; o que há na pessoa cega é fruto do aprendizado continuado, ou simples desenvolvimento de recursos mentais latentes em todas as pessoas.

10- Não modifique a linguagem para evitar a palavra ver e substituí-la por ouvir; conversando sobre a cegueira com quem não vê, use a palavra cego sem rodeios.

11- Não segure a pessoa cega com rigidez ao ajudá-la a atravessar a rua, tomar condução, ou caminhar com ela.

12- Não acompanhe a pessoa cega em diagonal ao atravessar um cruzamento; isso pode fazê-la frequentemente perder a orientação.

13- Não deixe de oferecer ajuda à pessoa cega que esteja querendo atravessar a rua ou tomar condução; ainda que seu oferecimento seja recusado ou mesmo mal recebido por algumas delas, esteja certo de que a maioria lhe agradecerá o gesto;

14- Não pegue a pessoa cega pelos braços rodando com ela para pô-la na posição de sentar-se, empurrando-a depois para a cadeira; basta pôr-lhe a mão no espaldar ou no braço da cadeira, que isso lhe indicará sua posição.

15- Não deixe portas e janelas entreabertas onde haja alguma pessoa cega; conserve-as sempre fechadas ou bem encostadas à parede, quando abertas; as portas e janelas meio abertas constituem obstáculos perigosos.

16-  Não deixe objetos no caminho por onde as pessoas costumam passar.

17- Não acompanhe a pessoa cega empurrando-a ou puxando-a com rigidez;basta deixá-la segurar seu braço, que o movimento de seu corpo lhe dará a orientação de que precisa;

18- Não se dirija a outra pessoa, quando quiser falar com a pessoa cega, admitindo assim que ela não tenha condição de compreendê-lo e de expressar-se; ela responde por si própria.

19- Quando encontrar a pessoa cega que já estiver acompanhada, não a pegue pelo outro braço, nem lhe fique dando avisos; deixe-a ser orientada só por quem a estiver acompanhando inicialmente.

20- Não diga apenas "à direita", "à esquerda", ao procurar orientar uma pessoa cega à distância; muitos se enganam ao tomarem como referência a própria posição e não a da pessoa cega que caminha em sentido contrário ao seu.

21- Não deixe de se anunciar ao entrar no recinto onde haja pessoas cegas; isso auxilia a sua identificação.

22- Não saia de repente quando estiver conversando com uma pessoa cega, principalmente se houver algo que a impeça de perceber seu afastamento; ela pode dirigir-lhe a palavra e ver-se na situação desagradável de falar sozinha.

23- Não deixe de apertar a mão de uma pessoa cega ao encontrá-la ou ao despedir-se dela; o aperto de mão é uma forma de comunicação e representa um ato de cordialidade.

24- Não perca seu tempo nem o da pessoa cega, perguntando-lhe; "Sabe quem sou eu?"... "veja se adivinha quem sou"... Identifique-se imediatamente.

25- Não deixe de apresentar o seu visitante cego a todas pessoas presentes em um determinado ambiente; assim procedendo, você facilitará a possível integração dele ao grupo.

26- Não se comunique por gestos e mímica, em um ambiente onde haja pessoas cegas, já que esta atitude caracteriza um ato de exclusão.

27- Não fotografe ou filme uma pessoa cega sem que ela saiba.

28- Ao conduzir uma pessoa cega a um ambiente que lhe é desconhecido; oriente-a de modo que possa locomover-se com maior autonomia.

29- Não se constranja em alertar a pessoa cega quando a qualquer incorreção no seu vestuário.

30- Durante as refeições, informe a pessoa cega com relação à posição dos alimentos colocados em seu prato, bem como à posição dos talheres e copos na mesa, evitando assim qualquer incidente.

31- Não suponha que a pessoa cega possa localizar a porta onde deseja entrar ou o lugar aonde queira ir, contando os passos; estes não podem servir de referência, já que cada pessoa tem uma dimensão de passo, em função do comprimento de seus membros inferiores;

32- O pedestre cego costuma ser muito observador; ele desenvolve meios e modos de saber onde está; ao sair de casa ele faz o que todos deveriam fazer; informa-se sobre o caminho a seguir para o seu destino; na primeira vez poderá errar um pouco, mas depois raramente se enganará; saliências, depressões, ruídos e odores característicos, servirão para sua melhor orientação.

33- Não tenha constrangimento ou desconfiança em receber ajudar, aceitar colaboração por parte de alguma pessoa cega; tenha sempre em mente que o potencial de conhecimento, é inerente a todos.



    GRAFIA BRAILLE
      
(Documento elaborado pela equipe de acessibilidade do instituto Benjamin Constante (79) 3179- 1886)


2 de nov. de 2014

CATÁSTROFE

Vejamos uma reflexão feita pelo filósofo Epíteto:

 "Assim, quando o escravo de um vizinho quebra um cálice, imediatamente estamos prontos a dizer: "São coisas que acontecem".
Fica então sabendo que, quando se quebrar o teu cálice, deves reagir do mesmo modo que reagiste quando se quebrou o de outra pessoa.
Transfere igualmente esta regra mesmo a fatos mais importantes.
Perdeu alguém seu filho ou sua mulher? Todo o mundo diz: "Isto faz parte da condição humana".
Mas quando somos nós mesmos que sofremos essa perda, dizemos logo: "Ai de mim! Como sou infeliz".
Seria necessário lembrarmo-nos do que experimentamos com a notícia do mesmo acontecimento quando sobreveio aos outros".

O que Epíteto nos alerta é para o fato de que muitas vezes uma situação que parece ser normal na vida do outro, muitas vezes quando acontece com a gente, vira uma catástrofe. 

Vejamos também o que diz Marco Aurélio:

"Tudo que acontece, acontece de tal modo que, ou podes suportá-lo naturalmente ou então não podes suportá-lo naturalmente.
Se te acontecer pois aquilo que podes suportar naturalmente, não te irrites; mas suporta-o naturalmente na medida de tua capacidade.
Se te acontecer, porém, o que não podes suportar naturalmente, não te irrites, porque isso passará dissolvendo-se.
Lembra-te todavia de que podes suportar naturalmente tudo o que o teu modo de ver está em condições de tornar suportável e tolerável, se imaginares ser do teu interesse ou do teu dever resolvê-lo assim"...

O que tudo isso quer dizer?
Problemas todos temos, alguns mais simples outros mais complexos. 
Se esta dentro de  seu alcance resolver-lo então o faça. Mas se não pode, no caso de uma morte de ente querido, uma separação... Porque ficar se martirizando e sofrendo, por acaso seu sofrimento vai resolver o problema? Não pelo contrário, você vai terminar trazendo para sua vida um outro problema maior, como uma depressão, gastrite... 
O importante de tudo isso é a Harmonia e a serenidade.